quinta-feira, 25 de junho de 2009

As novas experiências do Mnemic num dia triste


Uma das bandas que mais me chamou a atenção nesses últimos anos, é a dinamarquesa Mnemic, que apareceu como uma "alternativa" ao Fear Factory na rádio on line Pandora, antes dela só poder ser escutada nos EUA, isso sim que podemos chamar de bairrismo, mas enfim, já falei de rádios aqui outro dia, mas é legal notar que mesmo com o avanço das tecnologias ele está sempre lá ligado a música, nos colocando antenados com o que está rolando, como antigamente, acabo descobrindo bandas da mesma forma. E não só o som da banda me chamou muita atenção, o nome muito sugestivo na hora me lembrou do Johnny Mnemonic, filminho famoso pelo Keanu Reeves mas que eu adorava mais por ter no elenco Ice-T e o Henry Rollins, ficção nos anos 90 pré-Matrix que diverte sem grandes pretensões filosóficas, com efeitos medianos, mas com uma história interessante, uma sessão da tarde sinistra, deve passar nas madrugas por aí, eu que ando muito por fora de televisão, mas sempre que escuto Mnemic me lembro desse filme. Já andei lendo por alto mas não achei ligação banda/filme, sei que o termo "Mnemic" tem alguma coisa a ver com Freud e tal mas nem é sobre isso esse post, meu negócio é som e o negócio desses caras é mesclar muita coisa. Os dois primeiros álbuns Mechanical Spin Phenomena e o The Audio Injected Soul foram gravados com ótimo vocalista Michael Bøgballe, que deixou a banda um ano após o lançamento desse segundo trabalho, que tem o cover de wild boys do Duran Duran sensacional! Esses álbuns trazem uma mistura de metal industrial até com algumas doses de thrash, o vocal do Michael é mais pesado que o seu subistituto o francês Guillaume Bideau, que confesso, de início ao lançarem o excelente cd Passenger em 2007 me deixou meio desconfiada com alguns vocais "limpos" demais, mas depois percebi que a melodia que ele introduziu a banda foi o que faltava pro Mnemic estar no caminho certo. Produzido por Christian Olde Wolbers ex-Fear Factory, esse cd define de vez o som da banda, que se tornou mais conhecida em todo mundo ao cair nas graças do Metallica e abrir parte da turnê européia deles. Eles já aunciaram o nome do novo álbum "Sons of the System", onde eles prometem, além de novidades sonoras uma interação com novas mídias, com uso de sensores, projeções e novas tecnologias em seus shows, isso me lembrou muito do Tool, outra banda genial, que é papo pra outro post, mas andam comentando por aí que iria tocar no Brasil esse ano junto com os recém unidos Faith no More e Alice in Chains, vamos ver, show deles deve ser uma experiência quase "mediúnica".


P.S:Óbvio que dedico esse post ao maior astro POP da minha geração Michael Jackson, quem é mais velho e viveu os anos 80, tem respeito pelo cara. E ponto final mesmo.

3 comentários:

Felipe Braga disse...

Fato histórico, não é? Sempre é bom novas experiências num dia como este, em que se perde um verdadeiro gênio da música. Só tenho 18 anos, mas na boa, gênios mesmo só vi 3: Michael Jackson, Raul Seixas e Jonh Lenon.
Beijos.

moondog_616 disse...

Nossa, meu sonho é ver Tool, Meshuggah, Mnemic, Soilwork... rsrs

Lord Vader disse...

Michael não morreu , apenas voltou pro planeta dele.

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