sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Estigma da mulher moderna

Depois de tanto tempo precisava passar por aqui, nem q fosse pra deixar uma receita de bolo(q nem é meu forte apesar de adorar culinária e afins), falar mal da minha vizinha histérica, reclamar de alguma coisa, minha especialidade por sinal, pra não parecer q este blog foi abandonado. Acontece q é mto difícil ser super mulher moderna, e olha q não tenho filhos e até pensei em fazer um post sobre isso, mas nem de longe quero abrir discussões tão sérias e chatas aqui(sim, fui maldosa). Gosto de falar de música, sonho de consumo aliás, seria ser paga pra isso, estar envolvida profissionalmente no show bussiness de alguma forma e não como apenas fã consumidora voraz de informação. Ah e não me perguntem pq não trabalho com isso, não tenho respostas pra um monte de coisas. Hj eu decidi q só vivo. Penso só em q roupa vou usar sábado pra buscar meu namorado na rodoviária, N.A.D.A mais elaborado q isso, por favor. Lei da sobrevivência da mulher moderna. Se vc pensar demais não consegue conciliar com as outras milhões de tarefas a cumprir, ainda mais se vc quiser dar uma de fodona e fizer tdo sozinha, pra manter a pose e querer aparentar menos anos do q tem no seu R.G não sendo uma Global ganhando BEM menos q elas e sem as regalias (leia-se tdo grátis, salão, academia...), vc tem q suar mto amiga, trabalhar demais, comer de menos, malhar qdo lhe resta algum tempo, cuidar da sua casa sozinha, lavar sua roupa, tomar pílula diariamente, fazer compras, cozinhar sua marmitinha básica, costurar suas meias furadas, ir ao salão no seu horário de almoço, dentista a noite depois do trabalho, negociar com pedreiro, eletricista, técnico de computador, voar do trabalho pra pegar o banco aberto, fazer contas e mais contas, trabalhar aos sábados, cuidar da gata, vacinar o cachorro e levar ele pra passear...ai ai, isso ainda pq não tenho carro tb, q dizem ser parecido com um filho, só q paga IPVA.

Mas ae eu agradeço q posso tomar um banho quente, deitar e ouvir uma obra prima como o novo álbum do Alice in Chains, obrigada Jerry Cantrell, vc faz desde meus 15 anos da minha vida menos ordinária, thanks.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Qual a sua verdade?


Faz um tempo q me faço essa pergunta, numa busca incansável por serenidade, fiquei me questionando se estava indo na direção certa, pq as vezes parece q estamos indo pra lugar nenhum, nessa caminhada chamada Vida. De repente essa caminhada tomou decisões por mim, alterou o humor das pessoas ao meu redor, me deu um soco na cara, me fez acordar na marra, do tipo "amadureça Cinderella", q poderia ter virado um filme do Guy Richie fácil. E como trilha sonora dispensei as batidas eletrônicas inglesas e me apeguei ao q sempre foi meu consolo(sem duplo sentido...rs), o bom e velho hardcore de NY e fora dele tb, fui parar até na filosofia dreadiana dos Bad Brains q de loucos não tem N.A.D.A, louco é vc q se estressa demais. Não tem coisa melhor do q o discurso político, auto-salvador e agressivo do Biohazard, Sick of it All e do Hatebreed q fez tdo seu dever de casa lindamente e hj dissemina pra essa juventude o q de melhor o hardcore tem, força, letras impactantes cheias de verdade, honra, orgulho, auto-controle e os valores. Passei metade do ano esperando pra vê-los ao vivo pela primeira vez, e foi exatamente como eu pensava. Um show bruto, em tdo, com um set list fantástico(q por sinal trouxe pra casa, ganhei de presente do Frank guitarrista, tamanho foi meu empenho cantando tdo no show!), pessoas voando pra tdo lado(com direito a fratura exposta, oops!), testosterona ao extremo, coisa linda. Tdo q eu precisava pra seguir em frente, convicta nesse caminho q eu escolhi e como minha verdade, há anos. E vc?

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Relacionamentos Doentios

Tudo começa quando o respeito termina. O pai sai de casa arruma outra, a mãe coloca outro em casa, o que se vai não paga pensão e a situação financeira fica péssima porque este pai também precisa sustentar sua nova mulher, sua nova casa e seus “novos” filhos, que também não recebem pensão, e ele ganha salário mínimo. A irmã mais velha arruma um namoradinho mané, que em fuga de um lar sem atenção, vem morar junto e a engravida, como tem 16 anos é difícil arrumar o primeiro emprego, ela com 15 anos sai da escola e fica em casa prenha e cuidando dos irmãos menores para mãe ir fazer faxina. A mãe trabalha três vezes por semana e ganha em média, quando muito, R$ 100,00 por semana, pelos três filhos menores que tem e vão a escola recebe bolsa família, mas como eles faltam muito, corre o risco de ficar sem esse benefício, o que deveria ser investido em material escolar e uniforme acaba indo pro feijão. O “novo” pai que está na casa está desempregado e é alcoólatra, mas não aceita. E é violento, agressivo com essa mãe e diz que não vai mais embora que este agora é seu novo lar e eles sua família, que ele não cuida, nem dessa, nem da sua outra, que ficou abandonada em outra cidade próxima, mas esquecida. Moram todos juntos nessa casa de quatro cômodos, três crianças menores e um casal de adolescentes “grávidos” num quarto, um casal que não se ama em outro e alguns móveis velhos e usados ocupando o que sobra do espaço frio, triste e sujo. E o aluguel está atrasado, há três meses. O dono da casa está impaciente e ameaça a mãe de despejo porque já cansou de falar com o “pai” que está sempre fora de si, perambulando pelas “biroscas” do bairro. E essa mãe não completou nem 30 anos ainda, tinha sonhos, em breve vai ser avó. Se imagine nos olhos de uma menina de 6 anos vendo isso tudo.

Tenho o direito de perguntar a ela o que ela quer ser quando crescer?

sexta-feira, 17 de julho de 2009

O Metal e as mulheres


Essa é uma discussão boa, q sempre rende boas frases, algumas risadas e às vezes uma certa tensão, por envolver um tema delicado como o feminismo. Mas antes de começar vamos separar as vacas dos bois aqui. Não levanto bandeira nenhuma, ok? De N.A.D.A, a única coisa q eu acho necessário é respeito. Não tenho banda, nunca quis ter, subir num palco nunca passou pela cabeça, comecei a curtir som qdo as mulheres eram raridade, mas isso é claro, Metal é uma coisa estúpida, agressiva, usado pra expor ódio, fala de violência, morte, dor, opressão, injustiça, calamidades, genocídios, guerras, religião...feito por um monte de caras sujos, feios e mal encarados, digamos q isso não atrai mto as menininhas na sua adolescência. Dependendo do tipo de adolescência q ela tem, pra mim caía como uma luva, odiava minhas vizinhas de condomínio com seus Naurus e Redleys coloridos, mochilas da Company, indo pra suas aulas de Jazz, aquilo não tinha mto a ver comigo, eu queria mais. Já lia quadrinhos nessa época, queria ser como a Death do Neil Gaiman ou morar bem longe daquele subúrbio decadente do RJ, é uma merda vc se sentir um deslocado(a). Daí pra ouvir um Slayer é pulo, vc conhece aquele estranho q senta lá atrás na sala de aula, puxa assunto vê q ele é inteligente, q não te julga pela mochila bacana ou pela sua saia curta, obviamente q pra me diferenciar só usava calça e não tava nem aí pra aparência, vc quer ser compreendido como ser humano. A adolescência é uma fase difícil, não à toa tenho o dom de lidar bem com isso hj adulta e faço o trabalho sujo q os pais não tem saco nenhum de fazer depois dos estragos q já fizeram, às vezes, infelizmente, chego tarde demais e perco meu dia. Enfim, voltando as minas do metal, não foi fácil chegar até aqui tb, mostrar q eu realmente curtia som, não os cabeludos, já fui chamada de tudo e todo dia tenho q provar q entendo de música pesada, até hj, parece q vc está em um teste eterno. Eu tenho consciência q sou raridade, das meninas q conheci em 18 anos de underground conto nos dedos(de uma mão só) as q realmente curtem e sacam de som, pq a maioria q frequentou ou pq namorou ou era a fim de pegar um cabeludo, ou tirar onda de rebelde com os pais. Hoje é mãe de família e renega o passado e vai bater na filha caso ela queira curtir algo alternativo, pq não entendeu N.A.D.A, da experiência de liberdade q teve. Triste. Hoje existe uma infinidade de bandas com mulheres, fazendo até vocal gutural, eu sinceramente ainda não tive minha "ídola" no metal, além da Sean Ytseut baixista do White Zombie q eu sempre adorei e as Girl´s School q são umas bêbadas super divertidas, não me identifiquei com nenhuma dessas q andam por aí, a Angela Gossow e seu Arch Enemy não me enche os olhos e os ouvidos, as mais clássicas como a Doro Pesch(ex-Warlock), msm depois do clássico show q eu vi, tradicional demais pra mim ou a Sabina Classen e seu Holy Moses q eu nunca ouvi, sendo muito sincera. Como disse Corey Taylor (Slipknot) no documentário Metal a Headbanger´s journey o Metal é algo viril, talvez a última demonstração de masculinidade no mundo, ele se explica bem, dizendo q ama as mulheres e tal, mas q estar ali, bangueando, curtindo aquilo tdo é algo mto forte, e eu concordo. E foi essa virilidade q me fez me apaixonar anos atrás e talvez por isso eu não quis "ser banda" ou curtir bandas com mulheres, pq é isso q me atrai e tb pq eu não sou boba nem N.A.D.A. Mas todas somos muito bem vindas, eu fiz a minha reputação ao longo de muito tempo, vc menina q escolhe o q vc quer ser dentro da cena, groupie, paisagem, namorada, roadie, metal bitch, menininha drogada e rebelde, ter banda, cada uma escolhe seu caminho, o respeito é algo q vem com o tempo, mas não esqueça, pra tê-lo é preciso mostrar. A única coisa ruim de ser mulher e ser coerente demais é de nunca ter dado um mosh enquanto eu era nova, pq pra isso é preciso coragem! E como!

P.S: em nenhum momento citei bandas com vocal gótico pq aquilo NUNCA foi metal, por favor!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

As novas experiências do Mnemic num dia triste


Uma das bandas que mais me chamou a atenção nesses últimos anos, é a dinamarquesa Mnemic, que apareceu como uma "alternativa" ao Fear Factory na rádio on line Pandora, antes dela só poder ser escutada nos EUA, isso sim que podemos chamar de bairrismo, mas enfim, já falei de rádios aqui outro dia, mas é legal notar que mesmo com o avanço das tecnologias ele está sempre lá ligado a música, nos colocando antenados com o que está rolando, como antigamente, acabo descobrindo bandas da mesma forma. E não só o som da banda me chamou muita atenção, o nome muito sugestivo na hora me lembrou do Johnny Mnemonic, filminho famoso pelo Keanu Reeves mas que eu adorava mais por ter no elenco Ice-T e o Henry Rollins, ficção nos anos 90 pré-Matrix que diverte sem grandes pretensões filosóficas, com efeitos medianos, mas com uma história interessante, uma sessão da tarde sinistra, deve passar nas madrugas por aí, eu que ando muito por fora de televisão, mas sempre que escuto Mnemic me lembro desse filme. Já andei lendo por alto mas não achei ligação banda/filme, sei que o termo "Mnemic" tem alguma coisa a ver com Freud e tal mas nem é sobre isso esse post, meu negócio é som e o negócio desses caras é mesclar muita coisa. Os dois primeiros álbuns Mechanical Spin Phenomena e o The Audio Injected Soul foram gravados com ótimo vocalista Michael Bøgballe, que deixou a banda um ano após o lançamento desse segundo trabalho, que tem o cover de wild boys do Duran Duran sensacional! Esses álbuns trazem uma mistura de metal industrial até com algumas doses de thrash, o vocal do Michael é mais pesado que o seu subistituto o francês Guillaume Bideau, que confesso, de início ao lançarem o excelente cd Passenger em 2007 me deixou meio desconfiada com alguns vocais "limpos" demais, mas depois percebi que a melodia que ele introduziu a banda foi o que faltava pro Mnemic estar no caminho certo. Produzido por Christian Olde Wolbers ex-Fear Factory, esse cd define de vez o som da banda, que se tornou mais conhecida em todo mundo ao cair nas graças do Metallica e abrir parte da turnê européia deles. Eles já aunciaram o nome do novo álbum "Sons of the System", onde eles prometem, além de novidades sonoras uma interação com novas mídias, com uso de sensores, projeções e novas tecnologias em seus shows, isso me lembrou muito do Tool, outra banda genial, que é papo pra outro post, mas andam comentando por aí que iria tocar no Brasil esse ano junto com os recém unidos Faith no More e Alice in Chains, vamos ver, show deles deve ser uma experiência quase "mediúnica".


P.S:Óbvio que dedico esse post ao maior astro POP da minha geração Michael Jackson, quem é mais velho e viveu os anos 80, tem respeito pelo cara. E ponto final mesmo.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Desmembrando o Fear Factory

Com essa volta de bandas, mais um anúncio recente não deixou de causar espanto aos fãs de metal, mas dessa vez de uma forma confusa e com informações desconexas, já que primeiramente foi divulgada uma união do ex-integrante e genial/super/fantástico e fabuloso "fatburritoass"( ele msm se intitulou assim em show recente aqui) Dino Cazares(será q eu sou fã?) e o vocalista mala Burton C.Bell, que mesmo eu não curtindo muita coisa em relação a sua carreira, suas entrevistas, postura e afins, o cara é A VOZ da banda, sem Burton, sem Fear Factory. Antes apenas anunciada como uma volta dos dois a compor e lançar algum projeto junto, Burton também já estava com outro projeto sem projeção alguma, chato e que nem precisa ser mencionado aqui e que óbvio não deu em N.A.D.A. Dino estava seguindo como sempre com seus milhões de projetos, Asesino, Divine Heresy, que tocaram no Brasil em dezembro, quem não foi; perdeu, esta última que lançará álbum novo em julho, fora o Roadrunner United projeto encabeçado também por ele, que lançou seu belo CD e DVD em dezembro do ano passado, ou seja sempre produzindo como nunca. Ao divulgarem uns meses atrás que eram amigos de novo e que estavam pensando em fazer um projeto juntos, não foi de imediato falado que seria "a volta do Fear Factory" que estava parado desde o último cd Transgression. Mas em pouco tempo, entrevistas surgiram pela net anunciando oficialmente pelos dois, Dino e Burton a volta do FF, mas não com os outros dois integrantes Christian Olde Wolbers e o grande batera Raymond Herrera, responsável pelo som característico da banda, que estão com outro projeto chamado Arkaea pronto pra lançar seu debut mês que vem, e promete muito pelo single "Locust" que já caiu na net. Se juntaram aos dois nessa volta do FF o experiente baterista Gene Hoglan(ex- Death/Testament/Strapping young lad) e o baixista Byron Stroud que estava no FF desde 2004. A grande confusão está no fato do nome "Fear Factory" pertencer aos quatro integrantes Dino, Burton, Herrera e Christian, e com estes dois últimos não foram notificados da volta da banda, já entraram na justiça atrás de seus direitos. Em uma entrevista a uma rádio americana, ouvi o Christian comentando que o Dino e o Burton criaram uma banda nova e decidiram dar o nome a ela de Fear Factory, mas esqueceram de avisar aos outros dois que também são donos da marca FF. Considero essa banda umas das melhores coisas que apareceram na década de 90, comprei o Soul of the New Machine em vinil na antiga 13 de Maio no RJ, rua famosa por vender som alternativo lá pelos anos 80, nem sei se existe ainda(a rua é claro q sim...rs), mas lembro que um dos vendedores que mesmo cascudo pra época, assim como eu curtia bandas que mesclavam som industrial com som pesado e que me indicou esse disco(adoro falar isso, "disco"!)e comprei no escuro...foi paixão a primeira agulhada. Desde 93, não parei de escutar mesmo com a saída do Dino a banda não perdeu seu som, seu estilo, lógico que perdeu o rei das palhetadas, mas mesmo assim nunca deixou de ser uma grande banda. Ainda não consegui me empolgar com essa volta, talvez por toda essa confusão, mas enfim, são eles. Dino está lá. E como sempre digo, roubando o chavão dos gaúchos tricolores, com o Dino onde o Dino estiver!

Pra quem não sabe do que eu estou falando...


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terça-feira, 16 de junho de 2009

Perdoeem as guitarras alegres do Trivium!

Em alguns posts abaixo eu fui injusta ao extremo com algumas bandas mais novas, pesquisando com mais afinco percebi que além do Lamb of God (sei q não é uma "Banda nova", mas está aí bem em voga) eu também curto muito o Trivium e mais algumas bandas que estão conseguindo uma carreira regular dentro da cena metal hoje em dia. No caso deles, nem tão regular no quesito rótulo digamos, já que começaram como os reis do Metalcore que foi uma grande modinha (sei cuspam em mim piralhos) e nos dois últimos álbuns estão com uma sonoridade muito mais voltada pro heavy metal, digamos, causando um certo preconceito aos fãs que gostariam que eles soassem como no primeiro e ótimo álbum, por sinal, o Ember to Inferno. Confesso que quando eles lançaram o terceiro e tão comentando The Crusade, como todo mundo fiquei estarrecida com a semelhança de vocal com o Metallica antigo, mas hoje tenho este como meu favorito, depois de muitas audições você consegue perceber que este trabalho está muito além de uma simples cópia, ou plágio, o próprio James Hetfield é fã da banda e já os teve como companheiros de turnê, e se tem o aval do cara, quem são esses pirralhos pra falarem alguma coisa. Nesse álbum você encontra alguns dos belos clichês do metal, muitos solos, introduções, atmosfera épica, letras sobre dragôes, espadas, whoo, whooo...mas sem aqueles falsetes e aquela forçação de barra de um Manowar da vida, isso não por favor! Ano passado a banda do japinha Matt Heafy (mas eles são de Orlando) que tem só 23 anos, lançou o Shogun quarto álbum de estúdio que mantem a banda num patamar glorioso, mesmo com os malas querendo dizer que eles traíram o movimento metalcore e bullshit...os caras ainda tem muita coisa pra mostrar e um estilo único a alcançar, eu não duvido do potencial desses caras, porque a fonte ele bebeu certinha, esse aí fez muito bem o dever de casa. E eu tô de olhos e ouvidos ligados nele. E adoro essa música Anthem (we are the fire), típica música de metal pra cantar junta, com refrão pegajoso, letra apelativa, solo virtuoso, socos no ar, metal is the law...afinal isso sempre foi pra se divertir, ou enganaram você?


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